- 1 xícaras (chá) de farinha de tapioca
- 5 xícaras (chá) de leite morno
- 2 xícaras (chá) de açúcar
- 6 unidades de ovo
- 100 gr de coco ralado
- 1 colher (sopa) de manteiga
- Cobertura
- 6 colheres (sopa) de açúcar
- 6 colheres (sopa) de água
Ingredientes
Modo de preparo
Preparo:
Coloque a tapioca em uma tigela com o leite e deixe de molho por 2 horas. Junte os ingredientes restantes e bata tudo no liquidificador. Coloque em fôrma de anel caramelada fria. Leve ao micro-ondas por 16 a 18 minutos na potência alta. Desenforme ainda morno.
Cobertura
Para o caramelo:
Coloque o açúcar e a água na fôrma de vidro que será feito o pudim, leve ao micro-ondas por mais ou menos 6 minutos na potência alta. Espalhe o caramelo e aguarde esfriar.(Se for preciso vá adicionando mais um minuto até dar o ponto desejado ao calda , a potência pode variar de um micro-ondas para outro).
Por: Evelin Duarte
Fonte: http://cybercook.terra.com.br
Observação
Dicas importantes by betechef:1ª) Só faça a calda em forma de vidro, jamais use forma de plástico, pois irá derreter, já aconteceu comigo. O melhor mesmo é fazer o pudim também em forma de vidro para sua maior segurança, já que a temperatura usada foi a mais alta (P10).
2ª) Use uma forma alta para colocar o pudim batido, o pudim deve ocupar apenas um pouco mais que a metade da altura da forma. Esse pudim sobe muito quando esta cozinhando no micro e se a forma for baixa vai derramar com com certeza. Uma boa dica também e colocar a forma dentro um outro recipiente, um prato mais fundo. Foi o que fiz e não tive problemas com minha receita.
É Bom Saber:
História da Tapioca:
A farinha-de-pau, de manico ou manibot - hoje dita mandioca, era feita ralando-se a raiz que cresce dentro da terra em três ou quatro meses, tornando-se tão grossa quanto a coxa de um homem e longa mais ou menos de 1 pé e meio. Depois de arrancá-la, secavam-na ao fogo ou ralavam-na, ainda fresca, numa prancha de madeira cravejada de pedrinhas pontudas, reduzindo-a a uma farinha alva, empapada, que ia para um recipiente comprido, de palha trançada - tipiti, para escorrer e secar.
Alimento pobre, saboroso e facilmente digerível - principalmente quando fresco, essa farinha não serve para fazer pão, mas é perfeita para a farofa, beijus, pirões, sopas e mingaus. A gente da terra fazia com ela um mingau grosso, ou comia-a pura mesmo, pegando-a com quatro dedos na vasilha e atirando-a de longe a boca, com tal engenho e arte que não perdia um só farelo.
E os brancos, tentando imitar - confessa Jean de Lery, francês, e que veio para o Brasil com o Monsenhor de Villa Ganhão (como rezam os documentos), sujavam o rosto, as ventas, bochechas e barbas. As mulheres daqui faziam também grandes bolas com a massa de aypi, que espremiam entre as mãos.
O caldo cor de leite era colhido em vasilhas de barro e exposto ao sol. O calor condensava e coagulava a beberragem, como coalhada. Cozinhando no fogo, é um bom alimento. O estadunidense John Casper Branner queria exportar a farofa para o mundo. Daí surgiu a tapioca, que era doce e feito com a fécula da mandioca, uma espécie de beiju recheado com côco, tanto o recheio quanto o adoçante foram introduzidos pelos portugueses.
Fonte:http://www.acasadatapioca.com.br
